Economia

Confira 10 dicas para não se dar mal na Black Friday

O dia mais esperado do ano para algumas pessoas será esta sexta (29), isso porque é o dia que garante aos consumidores preços e melhores condições que possibilitam a compra de um produto desejado.

Publicada em 29/11/19 às 14:14h - 921 visualizações

por DL NEWS


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 (Foto: DIVULGAÇÃO)

A Black Friday, que é realizada anualmente na última sexta-feira do mês de novembro, traz condições e promoções que, apesar de atraírem os clientes, devem ser muito bem avaliadas e o consumidor deve ter alguns cuidados.

Pensando nisso, o DLNews conversou com o diretor do Procon Rio Preto, Arnaldo Vieira, e trouxe 10 dicas de como fazer uma compra segura e poder aproveitar da melhor maneira os benefícios oferecidos. Confira:

1- Pesquisar 
O interessante seria que, durante os últimos meses, o consumidor já estivesse realizando buscas sobre o valor real do produto desejado para evitar pagar ‘’metade do dobro’’, como diz Arnaldo. Se o preço foi elevado anteriormente e o desconto da Black Friday resultar no preço original do item, a compra não compensa. Para aqueles que não fizeram uma pesquisa prévia, analisar os valores em diferentes estabelecimentos também é importante, pois a data traz consigo uma variação de preço muito grande entre as lojas.

2- Testar produtos
Nas compras de eletrodomésticos ou qualquer item encaixotado, pedir para testá-lo ainda no estabelecimento antes de efetuar o pagamento. Fazendo isso, o consumidor evita ter que esperar o prazo de 90 dias que a empresa tem para corrigir o defeito. Essa atitude dá, inclusive, maior segurança para a própria loja, garantindo que o produto foi entregue em boas condições ou funcionando.

3- Conferir itens
No momento da compra, no estabelecimento, conferir e anotar se todas as peças integrantes do produto estão devidamente dentro da caixa. Isso evita ser pego de surpresa com a falta de uma peça do produto, evitando dores de cabeça envolvendo a política de trocas do estabelecimento.

4- Prazo de entrega
É importante que o prazo de entrega fique claro e bem definido entre fornecedor e consumidor. Segundo Arnaldo, as lojas físicas muitas vezes colocam um prazo de entrega muito maior que o normal, pois colocam um produto de mostruário e só depois, a partir da quantidade de vendas, é que será feito um cálculo dessas vendas, os produtos serão encomendados para só então serem entregues ao consumidor. Se por acaso o consumidor precisar de entrega imediata, é importante questionar esse ponto no ato da compra.

5- Política de troca
Entender com o fornecedor qual a política de troca do estabelecimento. A única obrigação que a loja tem na questão da troca é referente a vício ou defeito. Para demais motivos, fica a critério do estabelecimento e por isso a importância de entender a política do local. Vale lembrar que vício é classificado por algo que atrapalha, mas não impossibilita o uso do produto, enquanto defeito é algo que impede o seu uso.

6- Site confiáveis 
Para Arnaldo, o cuidado neste tipo de compra deve ser dobrado. O melhor a fazer é optar por sites com os quais já possua contato, já tenha efetuado alguma compra ou que conheça alguém que já fez. O consumidor deve estar em alerta para links de promoção em redes sociais. "Sites falsos vão simular uma loja e quando você entra, ele te direciona para uma página muito parecida”, falou. Para evitar essa situação, Arnaldo instrui que o consumidor, ao ver uma promoção, entre no site real da loja e confira se a promoção existe lá também.

7- Métodos de pagamento online
Para comprar realizadas de maneira online é importante ter uma maneira de rastreio da compra e pagamento. Além disso, esses sites confiáveis também apresentam certificações de segurança. Quando o consumidor faz uma compra em um site sem essa segurança e a única opção de pagamento é o boleto, ele fica sem um registro desse pagamento. Por isso, optar por sites de credibilidade com variadas opções de pagamento que permitam esse registro é a melhor opção.

8- Valores e prazo de entrega 
Sobre os valores em compras pela internet, é fundamental que o consumidor confira o valor da promoção com o valor final, pois pode haver alterações que passam despercebidas e a compra é finalizada sem saber que o valor foi alterado. E, também, com relação ao prazo de entrega de lojas virtuais que muitas vezes são maiores que o normal, cabendo ao consumidor aceitar ou não. 

9- Lei do arrependimento
Não funciona para lojas físicas, apenas para lojas virtuais. Até 7 dias ao contar da compra ou da chegada do produto, o consumidor pode solicitar o destrato e cancelamento da compra. O cliente deverá entrar em contato com o fornecedora para que seja emitido um código de rastreio para o produto e o negócio seja desfeito com reembolso total do valor pago.
  
10- Planejamento
Arnaldo acredita no planejamento como o fator que mais pode ajudar o consumidor, principalmente com problemas futuros acarretados pelo endividamento. Parcelamento no cartão pode ser o grande vilão, enquanto a compra à vista é o mais indicado para que o consumidor tenha ideia do que está sendo gasto. Principalmente pela chegada de janeiro que é um mês já muito delicado com relação ao pagamento de contas.

Os direitos dos consumidores em compras na Black Friday são os mesmos previstos no Código de Defesa do Consumidor. Além disso, é válido para qualquer tipo de produto, não excluindo, por exemplo, itens de vestuário.




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